Katarina escancara narrativa vitimista de Valmir e diz que fala sobre caso dos R$ 240 mil é “coisa de bandido”

A deputada federal e delegada Katarina Feitoza (PSD) reagiu duramente à postura adotada pelo ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (Republicanos), após ele insinuar perseguição política no caso da apreensão de R$ 240 mil envolvendo um então servidor da Secretaria da Educação de Aracaju.

Para a parlamentar, o itabaianense tenta mais uma vez se colocar no papel de vítima diante de um episódio grave que atinge em cheio o agrupamento político do qual hoje é o nome para 2026.

Ao comentar a declaração de Valmir, Katarina não poupou palavras e disse que esse tipo de reação se assemelha à de investigados que tentam desqualificar a polícia quando são confrontados com fatos incômodos. Foi nesse contexto que classificou a versão apresentada pelo ex-prefeito como “narrativa de bandido”, ao rebater a tentativa de jogar sobre a Polícia Civil a responsabilidade por uma suposta armação.

A delegada também saiu em defesa da corporação e afirmou que Valmir precisa “lavar a boca para falar da polícia sergipana”. Segundo ela, a apreensão do dinheiro não pode ser tratada como peça de ficção eleitoral para servir à conveniência de quem, diante de mais um escândalo, escolhe atacar as instituições em vez de responder politicamente ao que aconteceu.