Se como prefeito Valmir se envolveu em tantos escândalos de corrupção, como seria se fosse governador?

A nova manifestação do Ministério Público Federal (MPF) defendendo a manutenção da condenação de Valmir de Francisquinho (Republicanos) no caso do Matadouro Municipal voltou a expor um problema: o extenso histórico de escândalos e desgastes acumulados pelo ex-prefeito durante sua passagem pela Prefeitura de Itabaiana.

O processo envolve acusações de dispensa irregular de licitação e prejuízo aos cofres públicos em contrato ligado ao recolhimento de restos de carcaças animais. No parecer encaminhado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), o MPF sustenta que deve ser mantida a decisão do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), que reconheceu prática de improbidade administrativa no caso.

E em meio à tentativa de se vender como alternativa para governar Sergipe, Valmir vê voltar ao centro do debate justamente aquilo que sua pré-campanha tentava evitar a qualquer custo: o peso de um passado marcado por investigações, condenações, prisão, polêmicas e sucessivos questionamentos judiciais.

Com isso, nos bastidores, além de crescer a insegurança jurídica do ex-prefeito, também ganha força o questionamento: se como prefeito Valmir se envolveu em tantos escândalos de corrupção, como seria se fosse governador?