Por que o mandato de Rogério Carvalho tem relevância para quem mais depende das políticas públicas

Para quem depende do SUS, da escola pública, do trabalho protegido por lei e das políticas sociais, o Senado não é um lugar distante. É ali que se decide se direitos são mantidos ou retirados, se a vida vale mais que interesses econômicos e se o Estado cumpre seu papel de proteger quem mais precisa.

É por isso que o mandato de Rogério Carvalho tem peso real para grande parte da população sergipana.

Médico formado na saúde pública, Rogério sempre atuou com a compreensão de que política não é discurso abstrato, mas decisão concreta sobre a vida das pessoas. No Senado, essa visão se traduziu em posicionamentos claros em temas sensíveis, como a defesa do SUS, a proteção do trabalhador e a fiscalização do uso de recursos públicos.

Um exemplo disso foi sua atuação como relator, na Comissão de Constituição e Justiça, da proposta que discute mudanças na jornada de trabalho, enfrentando modelos exaustivos como a escala 6×1. Ao levar esse debate para o centro do Senado, Rogério ajudou a colocar a saúde física e mental do trabalhador como tema político, e não apenas econômico.

Outro eixo importante do seu mandato foi o papel de fiscalização. Rogério participou dos trabalhos da CPI da Pandemia, instalada para investigar ações e omissões do poder público durante a crise da COVID-19, quando milhares de vidas foram perdidas e o país exigia respostas. Também integrou outras comissões de investigação voltadas a temas como irregularidades no INSS, danos socioambientais e crimes que afetam diretamente a população mais vulnerável. Fiscalizar, nesses casos, foi uma forma de proteger vidas e direitos.

Além disso, sua atuação inclui projetos voltados à inclusão social, à proteção ambiental e à atualização de leis que impactam diretamente o cotidiano de quem vive do trabalho e depende dos serviços públicos. São iniciativas que não aparecem em slogans, mas que fazem diferença na prática.

Para mulheres, trabalhadores, juventude, população negra e comunidades que historicamente ficaram à margem das decisões de poder, mandatos como o de Rogério Carvalho não são simbólicos. Eles representam presença, voz e enfrentamento em espaços onde, muitas vezes, esses grupos não são prioridade.

Em um tempo de retrocessos e ameaças a direitos, reconhecer a importância de um mandato comprometido com políticas públicas não é questão de preferência política. É questão de sobrevivência social.